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Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Brazil
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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Dia do Desafio


Em sua 20ª edição, o Dia do Desafio 2014 foi realizado no dia 28 de maio. O evento é um movimento comunitário que envolve poderes públicos, instituições privadas e pessoas que abraçam a atividade física por uma melhor qualidade de vida.

Neste ano, o adversário de Jaraguá do Sul foi Copiapó, cidade localizada na Região de Atacama, no Chile, que conta com aproximadamente 130 mil habitantes.

E nós da EEB Euclides da Cunha também participamos deste movimento, com a colaboração do Prof. de Taekwondo Israel.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

O grande rabanete


Os 1º anos do ensino fundamental realizaram com muita alegria a encenação da história "O grande rabanete" de Tatiana Belinki, para as turmas do 3º ano matutino e 5º ano vespertino do ensino fundamental, mostrando que uma tarefa irrealizável por uma só pessoa torna-se possível com a colaboração de várias forças.

Todos estão na horta tentando arrancar um rabanete que teima em não sair. Aí chega o ratinho e...

Apresentação no 3º ano.

Apresentação no 5º ano.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Projeto para Dia das Mães


O 4º ano 01 e 02 do ensino fundamental junto com a professora Rosa Ângela e professora Neuza realizaram um projeto no qual os alunos confeccionaram uma lembrança  (porta-chave) e apresentaram a coreografia da música: Fico assim sem você - Claudinho e Buchecha.

Objetivo 
- Conscientizar e valorizar a importância que a mãe tem para a formação dos filhos e da família.

Estratégias
- Leitura e atividades desenvolvidas através da música: Fico assim sem você.
- Ensaio da música e coreografia.
- Confecção da lembrança (porta chave).
- Confecção do cartão realizado por cada aluno para sua mamãe.
- Pintura dos corações para confeccionar o cartaz porta.

Dia da Abolição da Escravatura


A partir da segunda metade do século XIX, vários intelectuais, escritores, jornalistas e políticos discutiam a relação existente entre a utilização da mão de obra escrava e a questão do desenvolvimento nacional. Enquanto as nações europeias se industrializavam e buscavam formas de ampliar a exploração da mão de obra assalariada, o Brasil se afastava desses modelos de civilidade ao preservar a escravidão como prática rotineira.

De fato, mais do que uma questão moral, a escravidão já apresentava vários sinais de decadência nessa época. A proibição do tráfico encareceu o valor de obtenção de uma peça e a utilização da força de trabalho dos imigrantes europeus já começava a ganhar espaço. Com isso, podemos ver que a necessidade de se abandonar o escravismo representava uma ação indispensável para que o Brasil viesse a se integrar ao processo de expansão do capitalismo.

A Inglaterra, mais importante nação industrial dessa época, realizava enormes pressões para que o governo imperial acabasse com a escravidão. Por de trás de um discurso humanista, os britânicos tinham interesse real em promover a expansão do mercado consumidor brasileiro por meio da formação de uma massa de trabalhadores assalariados. Paralelamente, os centros urbanos brasileiros já percebiam que o custo do trabalhador livre era inferior ao do escravo.

Respondendo a esse conjunto de fatores, o governo brasileiro aprova a Lei Eusébio de Queiroz, que, em 1850, estipulou a proibição do tráfico negreiro. Décadas mais tarde, a Lei do Ventre Livre (1871) previa a liberdade para todos os filhos de escravos. Esses primeiros passos rumo à abolição incitaram a criação da Sociedade Brasileira contra a Escravidão e, três anos mais tarde, no estabelecimento da Confederação Abolicionista, em 1883.

Apesar de toda essa efervescência abolicionista manifestada em artigos de jornal, conferências e na organização de fugas, vários membros da elite rural se opunham a tal projeto. Buscando conter a agitação dos abolicionistas, o Império Brasileiro aprovou a Lei Saraiva-Cotegipe ou Lei dos Sexagenários, que previu, no ano de 1885, a libertação de todos os escravos com mais de 65 anos de idade. Na prática, a lei atingia uma ínfima parcela de escravos que detinham um baixo potencial produtivo.

Dando continuidade à agitação abolicionista, vemos que o ano de 1887 foi marcado pela recusa do Exército brasileiro em perseguir escravos e a clara manifestação da Igreja Católica contra tal prática. 

No ano seguinte, assumindo o trono provisoriamente no lugar do pai, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, no dia 13 de maio. Possuindo apenas dois artigos, a lei previu a libertação dos escravos em território brasileiro e a revogação de qualquer lei que fosse contrária a essa medida.

Apesar de estabelecer um marco no fim da escravidão, a Lei Áurea não promoveu transformações radicais nos cerca de 750 mil escravos libertos em território brasileiro. Sem nenhum amparo governamental, os alforriados se dirigiram para as grandes cidades ou se mantiveram empregados nas suas propriedades de origem. De fato, ao invés de promover a integração do negro à sociedade, a libertação foi seguida pelo aprofundamento da marginalização das camadas populares no Brasil.

Crédito: Rainer Sousa
Fonte: http://www.brasilescola.com/

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Homenagem Dia das Mães



"Quando se é mãe, nunca se está só em seus pensamentos. Uma mãe sempre deve pensar em dobro, uma vez por ela e outra por seu filho." (Autor: Desconhecido)



Uma vez perguntaram para um sábio se ele tinha alguma frustração em sua vida, ele humildemente respondeu, sendo homem, a única coisa que invejo é o dom de gerar a vida, dom das mulheres, dom das mães, as verdadeiras arquitetas da vida.



Estas foram as mensagens iniciais para as mães que foram homenageadas no dia 09/05 com apresentações e poemas pelos alunos do 1ª ao 6ª ano do ensino fundamental matutino e vespertino e alguns alunos do 1ºano do ensino médio para as mamães presentes.


Agradecemos imensamente a presença da mães!



Confira algumas fotos...


 
Oração do Dia das Mães

Pai, Tu, sendo Deus, quiseste mostrar entre nós tua face materna...
Por isso criaste todas as mães!
Peço-te por minha mãe, sinal concreto e visível de teu amor entre nós.
Multiplicai os seus dias em nosso meio!
Acompanha-a em todo riso e em toda lágrima,
todo trabalho e toda prece, todo dia e toda noite!
Que tua bênção cubra de luz a vida de minha mãe para que,
inundada de ti, ela seja sempre mais presença do divino em minha vida.
Amém!

FELIZ DIA DAS MÃES

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Abertura dos Jogos Escolares da Juventude Sub 14


Hoje as 9h teve a abertura da etapa municipal dos Jogos Escolares da Juventude Sub-14 no Arthur Muller (Troféu Murilo Barreto de Azevedo). Os Jogos serão realizados até dia 19 de maio entre eles estão as seguintes modalidades: atletismo, basquete, futsal, handebol, judô, tênis de mesa, voleibol, vôlei de praia e xadrez, em ambos os naipes.

 A responsabilidade da organização em nível local compete à Fundação Municipal de Esportes e Turismo (FME), com os campeões avançando às fases estaduais, estando estas sob a responsabilidade da Fesporte. No atletismo, os alunos disputarão provas de 75 metros rasos, 240 metros rasos, 1.000 metros rasos, de revezamento 4 por 75 metros, de arremesso de peso, lançamento de dardo, salto em altura e salto em distância.

A escola campeã levará para casa o Troféu Murillo Barreto de Azevedo.

Os Jogos Escolares da Juventude são o maior evento esportivo estudantil do Brasil. A competição reúne milhares de alunos-atletas de instituições de ensino públicas e privadas. Atualmente, é tida como referência internacional. Consideradas as fases seletivas, os números chegam a mais de dois milhões de atletas e cerca de 3.900 cidades participantes.

Nossa escola estará participando da modalidade de tênis de mesa tanto masculino como feminino que terá os jogos no dia 12 de maio.

Fonte: http://www.fmejaraguadosul.com.br/

terça-feira, 22 de abril de 2014

Dia do Descobrimento do Brasil


Ainda hoje, a data de 22 de abril é marcada oficialmente como o dia em que a Coroa Portuguesa anunciou o descobrimento das terras brasileiras. Durante muito tempo, esse evento de dimensões históricas foi interpretado como o resultado de uma aventura realizada por corajosos homens do mar que se lançaram ao desconhecido e encontraram uma nova terra. Contudo, apesar de empolgante, existem outras questões por trás dessa versão da história que marcou o ano de 1500.

Mesmo antes de chegar ao Brasil, a Coroa Portuguesa estava inserida em uma acirrada disputa econômica onde os estados nacionais europeus disputavam a expansão de suas atividades mercantis. Dessa forma, cada avanço tecnológico, terra conquistada ou rota descoberta tornava-se um precioso “segredo de Estado”. Antes de sair anunciando uma conquista aos quatro ventos, os governantes daquela época avaliavam minuciosamente os interesses e circunstâncias que envolviam esse tipo de exposição.

Uma das primeiras pistas que nos indicam esse tipo de planejamento envolvendo o descobrimento do Brasil se deu quando Portugal exigiu a anulação da Bula Inter Coetera e a assinatura do Tratado de Tordesilhas. Afinal de contas, por que os portugueses repentinamente chegaram à conclusão de que uma nova divisão das terras coloniais deveria ser realizada? De fato, essa é uma das muitas outras questões que fazem a versão romântica do descobrimento cair por terra.

Quando chegamos em 1500, o rei português Dom Manuel I autorizou que o navegante Pedro Álvares Cabral organizasse uma esquadra que, segundo consta, deveria aportar na Índia. Para tal propósito foi designada o uso de oito naus, três caravelas, um navio de mantimentos e uma caravela mercante. Além disso, foram convocados aproximadamente 1500 homens, incluindo capitães, tripulantes, soldados e autoridades religiosas.

Entre esses vários participantes da viagem marítima estava o cosmógrafo Duarte Pacheco da Costa, que, segundo aponta alguns historiadores, tinha participado de uma expedição secreta que já havia chegado ao Brasil no ano de 1498. Além disso, um ano após essa sigilosa viagem, outros indícios apontam que os navegadores Américo Vespúcio e Vicente Pinzón também fizeram uma breve visita ao Brasil. Mais uma vez, fica difícil acreditar que os portugueses não sabiam o que estavam fazendo.

Para celebrar a partida de Pedro Álvares Cabral e seus experientes auxiliares para essa viagem ao Oriente, o rei organizou uma enorme festa de comemoração que contou com a presença de espiões de outras nações mercantis da Europa. Dessa forma, nada poderia levar a crer que os dirigentes portugueses tinham outro plano, senão, circunavegar a costa africana e – assim como Vasco da Gama – realizar um novo contato comercial com os indianos.

Contudo, mesmo estando muito bem amparada, a esquadra de Cabral “repentinamente” seguiu uma rota marítima completamente inesperada. As embarcações tomaram distância da costa africana e realizaram uma passagem pela ilha atlântica de Cabo Verde. Depois disso, seguiram uma viagem tranquila que percorreu 3600 quilômetros a oeste. Passados exatos trinta dias da passagem por Cabo Verde, os navegantes portugueses avistaram o famoso Monte Pascoal.

Chegando ao território brasileiro, inicialmente chamado de “Vera Cruz”, o escrivão oficial, Pero Vaz de Caminha, se pôs a tecer um relato sobre as terras, mas sem citar nenhum tipo de surpresa por parte de seus companheiros. Depois do reconhecimento das terras, Pedro Álvares Cabral não fez questão de contar pessoalmente sobre a presença de “novas terras” a oeste. Ao invés disso, partiu para a Índia e mandou o navegante Gaspar Lemos oficializar a descoberta levando a carta de Pero Vaz ao rei.

Apesar de tantas evidências justificarem a ação premeditada dos portugueses, não podemos deixar de salientar que o enfrentamento dos mares era uma tarefa de grande peso. As más condições de higiene, a falta de água e alimentos tornava a viagem um admirável desafio. Além disso, só depois da oficialização feita em 1500 é que se vivenciaram os tantos outros episódios que, ao longo dos séculos, explica a peculiar formação da nação brasileira.

Crédito: Rainer Sousa
Fonte: http://www.brasilescola.com/

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Via Sacra

 
Dia 14 de abril participamos da Via Sacra realizada no bairro de Nereu Ramos. Em frante à escola montou-se um altar com a VI Estação e os alunos do 3º ano 03 - Ensino Médio, representaram a unidade escolar junto a comunidade nesse ato religioso.
 
A Via Sacra é uma oração que nos lembra do caminho da dor do sofrimento de JESUS, no percurso de sua Divina missão Redentora, quando de modo perfeito e heroico, demonstrou uma profunda obediência ao PAI ETERNO e um infinito Amor à humanidade de todas as gerações.