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Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Brazil
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

FIM DE ANO


 O FIM DO ANO LETIVO ESTÁ CHEGANDO, FICA O CORRE CORRE DO DIA A DIA E MAIS O CORRE CORRE DOS EVENTOS NORMAIS DE FIM DE ANO LETIVO, PARA ALUNOS E PROFESSORES, É UM TURBILHÃO DE EMOÇÕES... UNS JÁ PENSAM NAS VIAGENS, VISITAS AOS AVÓS, MAIOR TEMPO PARA FICAR EM CASA OU MESMO TEMPO PARA FICAR UM POUQUINHO À TOA.
SABE AQUELAS COISINHAS QUE PODEMOS FAZER, SIMPLES, MAS PRAZEROSAS?
TEM TAMBÉM AQUELES QUE SE PREOCUPAM EM FAZER AS CONTAS PARA SABER SE "PASSA DIRETO, OU FAZ EXAME FINAL", TEM AQUELES QUE JÁ ESTÃO COM SAUDADE DO CHEIRINHO DA ESCOLA, DO BARULHO, DO MOVIMENTO, DO BURBURINHO... SÃO MUITAS COISAS, TORNEIOS, CARTAZES ... ENTÃO CONFIRA ALGUMAS DESSAS COISAS AQUI EM NOSSA ESCOLA:
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 É MUITO BOM CONFECCIONAR CARTÕES DE NATAL COM A PROFª DALVANA:
 
 
 






OS TORNEIOS, NÃO SÃO NACIONAI, REGIONAIS,MAS TÃO "EMOCIONAIS" QUANTO AS PARTIDAS ENTRE O "FLA" E O "FLU". VAMOS CONTER OS ANIMOS ...


 


 

 

LOGO ESTAREMOS POSTANDO AS DEMAIS IMAGENS.











 É BOM DEMAIS LER AO AR LIVRE COM A PROFª ASTA.


 
 
 



 AS VEZES TEMOS QUE LER, PESQUISAR, REVELAR IMAGENS PARA FAZERMOS UM CONTEXTO HISTÓRICO DA OCUPAÇÃO DE TERRAS E DOS CONFLITOS GERADOS POR ELA, COM FOTOS DO SEBASTIÃO SALGADO, NA DISCIPLINA DO PROF. FRANCISCO.

 
 
 


 PODER CANTAR PARA ENCANTAR A TODOS NO AUTO DE NATAL NO DIA 10/12/2011.
 
 
 

O FIM DO ANO É ASSIM UM CORRE CORRE TODOS OS  DIAS.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

ECONOMIA AÇUCAREIRA


A partir de 1530, pressões econômicas e políticas forçaram Portugal a modificar o uso das terras brasileiras. Precisava proteger o território dos invasores e potencializar a exploração econômica da região. Dessa maneira, Portugal buscou formas para que fosse possível transformar o ambiente colonial em um local economicamente viável. 






Um dos desafios foram: buscar os recursos, a mão-de-obra e a tecnologia necessária para se explorar as terras brasileiras. Portugal optou por investir em um tipo de atividade econômica mais viável, percebendo as características do solo brasileiro e a demanda do mercado europeu, Portugal decidiu explorar a cana-de-açúcar no Brasil. Antes disso, os lusitanos já tinham aprimorado algumas técnicas de produção criando algumas plantações de cana-de-açúcar nas ilhas de Cabo Verde e da Madeira. No Brasil, a plantação foi viabilizada por meio de três elementos fundamentais: o trabalho escravo, a monocultura e a grandes propriedades.

O grande número de terras férteis e a necessidade do rápido retorno financeiro possibilitaram a formação de grandes unidades de produção. Além disso, a produção ficou focalizada na produção de um único gênero agrícola trazendo pouca dinamicidade à economia no interior da colônia. No que tange à mão-de-obra, os portugueses não conseguiram submeter as populações indígenas ao sistemático e rigoroso ritmo de trabalho exigido nas plantações de açúcar. Essa questão da mão-de-obra acabou sendo resolvida com a prática do tráfico negreiro. Desde os primeiros anos da expansão marítima portuguesa, os lusitanos começaram a obter escravos para uso doméstico em Portugal, e no trabalho desenvolvido nas Ilhas do Atlântico. Além de possuir essa via de acesso já estabelecida, a exploração do tráfico negreiro na Costa Africana aparecia como uma outra fonte de renda para a metrópole. 
Do processo de produção eram produzidos diferentes tipos de açúcar: o açúcar macho (de coloração branca e pronto para consumo) e o açúcar mascavo (grosso e de coloração escura). Depois disso, o açúcar era encaixotado e enviado diretamente para Lisboa. Os holandeses participavam como parceiros, realizando a distribuição do produto no interior do mercado europeu. Muitas vezes, esses mesmos holandeses financiavam a produção açucareira do Brasil.
Ao longo dos anos, o açúcar se tornou um dos principais componentes da economia colonial. Mesmo passando por diversos períodos de crise, que atingiram principalmente a região nordeste, o açúcar ainda tinha expressiva participação na economia colonial. Além disso, o seu modelo de exploração agrícola fundou uma forma de uso da terra e relações de trabalho que permeou toda a história econômica brasileira.
Por Rainer Sousa
Mestre em História

DIA DO DIRETOR

NO DIA 18 DE NOVEMBRO OS ALUNOS HOMENAGIARAM OS DIRETORES DA ESCOLA:

SRª IEDA, SR. PEDRO E WALDEMAR, TODOS RETRIBUIRAM O CARINHO E DEDICAÇÃO QUE ESSES PROFISSIONAIS DEDICAM À CADA UM DE NÓS E AO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM. REGISTRAMOS O CARINHO QUE FOI OFERECIDO NESTE DIA.

                         

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

FUTURAS POSTAGENS

DIA DOS GESTORES ESCOLARES
TRABALHO DE HISTÓRIA - ECONOMIA AÇUCAREIRA
TRABALHOS DE ARTES: ARTE POP E MANDALAS
CONFRATERNIZAÇÃO DOS INTEGRANTES DO PROJETO DE BEM COM O TÊNIS DE MESA
PROVA BRASIL






SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA


O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A semana dentro da qual está esse dia recebe o nome de Semana da Consciência Negra.



DURANTE A SEMANA DA CONSCIÊNCIA, ALUNOS, SOB A ORIENTAÇÃO DE SEUS PROFESSORES, REALIZARAM  VÁRIOS TRABALHOS PARA CONSCIENTIZAR E VALORIZAR A NOSSA AFRODESCENDÊNCIA.



CONFIRA:
CARTAZES CONFECCIONADOS PELOS ALUNOS DA PROFESSORA JUSSARA, NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA/GEOGRAFIA.


A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. 

O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1594).




MÁSCARAS  AFRICANAS 
ALUNOS DA 6a SÉRIE 02, REPRODUZIRAM AS MÁSCARAS AFRICAS, SOB A ORIENTAÇÃO DA PROF. GISELE, NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA.

A arte africana representa os usos e costumes das tribos africanas. O objeto de arte é funcional e expressam muita sensibilidade. Nas pinturas, assim como nas esculturas, a presença da figura humana identifica a preocupação com os valores étnicos, morais e religiosos. A escultura foi uma forma de arte muito utilizada pelos artistas africanos usando-se o ouro, bronze e marfim como matéria prima. Representando um disfarce para a incorporação dos espíritos e a possibilidade de adquirir forças mágicas, as máscaras têm um significado místico e importante na arte africana sendo usadas nos rituais e funerais. As máscaras são confeccionadas em barro, marfim, metais, mas o material mais utilizado é a madeira. Para estabelecer a purificação e a ligação com a entidade sagrada, são modeladas em segredo na selva. Visitando os museus da Europa Ocidental é possível conhecer o maior acervo da arte antiga africana no mundo.

 

Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

ALUNOS DA 5a SÉRIE, CANTARAM E INTERPRETARAM A MUSICA: IDENTIDADE DE JORGE ARAGÃO AOS COLEGAS E PROFESSORES  DA ESCOLA.
Quem cede a vez não quer vitória
Somos herança da memória
Temos a cor da noite
Filhos de todo açoite
Fato real de nossa história